Norte Ambiental

Serviços

COLETA

Para a gestão integrada dos resíduos sólidos, são aplicados planos diferenciados de coleta para cada grupo de resíduos perigosos, atendendo às necessidades dos parceiros, reduzindo os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos.

TRANSPORTE

No processo de transporte dos resíduos até as Usinas de Tratamento, são adotadas todas as normas técnicas exigidas, considerando as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública.

INCINERAÇÃO

A incineração é um processo de destruição térmica dos resíduos realizado em fornos e usinas próprias. Com a queima são destruídos os microrganismos que causam doenças, que estão nos resíduos resultantes dos serviços de saúde, como hospitais, necrotérios, clínicas, estúdios de tatuagem, entre outros; e os industriais de alta periculosidade.

O material é coletado e transportado para a usina de tratamento. O processo inicia-se na câmara de incineração, onde os resíduos são lançados em temperaturas de mais de 800° C na câmara primária e em mais de 1000° C na câmara secundária, passando por um processo físico-químico que oxida e reduz o material.

Os gases emitidos durante a incineração de resíduos de saúde são tratados por meio de um processo de controle de poluição e, só depois de passar por um tratamento, são liberados na atmosfera. As cinzas resultantes do processo são enviadas para o aterro.

AUTOCLAVAGEM

A autoclave, também conhecida como esterilização a vapor, é um dos processos mais utilizados para o tratamento dos resíduos em serviços de saúde no Brasil.

Esses resíduos são os rejeitos de atividades exercidas nos serviços de saúde humana ou animal: em hospitais, mas também em clínicas, laboratórios, consultórios odontológicos e veterinários, farmácias, postos de saúde e outros similares. Dada a potencialidade para a transmissão de patologias, os resíduos de serviços de saúde merecem cuidado especial no momento do descarte.

O processo consiste em manter o material contaminado a uma temperatura elevada e em contato com vapor de água, em sucessivos ciclos de compressão e de descompressão. O processo deve ocorrer durante tempo suficiente para destruir potenciais agentes patogênicos ou reduzi-los a um nível em que não constituam risco, em que a probabilidade de sobrevivência de microrganismos seja quase nula.

PGRSS

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS aponta e descreve todas as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.

Deve observar suas características e riscos, contemplando os aspectos referentes à geração residual, identificação, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, destinação e disposição final adequada, bem como as ações de proteção à saúde pública, do trabalhador e do meio ambiente, devendo contemplar medidas de envolvimento coletivo.

O planejamento do programa deve ser feito com todos os setores definindo-se responsabilidades e obrigações de cada um em relação aos riscos. Além disso, deve ser construído baseado na complexidade de cada serviço gerador de RSS e de acordo com a sua demanda.

GESTÃO DE CONTRATOS E INSUMOS

São identificados os focos de desperdício e formas de minimizar a geração de resíduos, proporcionando economia nos processos produtivos.

É feito um levantamento qualitativo, quantitativo e por tipologia e após todos os levantamentos realizados, dependendo da modalidade contratual, são fornecidos os insumos necessários para a realização do serviço.

TRATAMENTO DE EFLUENTES

EM BREVE

Efluentes industriais são despejos líquidos das áreas de processamento industrial. Estão incluídos: os resíduos originados nos processos de produção, as águas de lavagem de operação de limpeza e outras fontes, que comprovadamente apresentem poluição por produtos utilizados ou produzidos no estabelecimento industrial.

Para tratar os efluentes, é necessário haver um estudo das suas características, baseado na descrição dos materiais usados nas etapas do processo produtivo. É avaliada a presença de substâncias orgânicas e inorgânicas, metais pesados, hidrocarbonetos, corantes, detergentes, entre outros.

Consegue-se definir quais indicadores devem ser utilizados, a fim de quantificar as substâncias presentes no efluente. Também são medidos parâmetros como pH, temperatura, cor, turbidez, alcalinidade, oxigênio dissolvido e a vazão.